
Aquilo q se vê não é o q difere
e o q expõe não se pode doar.
Tudo q é profundo
não convive com o raso
e espera o q se esconde
pra poder se revelar!
Quando escrevi esse pequeno poema estava refletindo... (aliás faço isso, o q me torna mais esquisita q o habitual! rsrsrssr) Estamos numa época em q a exposição física está acima de tudo. Esquecemos que o mais interessante e belo a ser visto está bem guardado lá dentro! O medo de revelar-se é proporcional ao quanto nos expomos como estátuas q são ocas, sem alma e tem apenas a arquitetura para mostrar! Temos sido sujeitos de uma "raça", talvez não mais uma espécie, que tem dimensões pequenas da beleza q a natureza já se fez notar. Teorias científicas comprovam que, na verdade o q vemos não se passa de ilusão ótica, muito provavelmente não somos fisicamente o q vemos.... A única forma de nos conhecermos é sentindo... A escassez e a frivolidade dos sentimentos detêem-se à medida que o Universo se expande e a natureza padece. Valores desiguais numa sociedade injusta não limita apenas a plenitude q todo ser humano potencia, mas ignora o caos em q se encontra.
A tela é Lady of Shalott - 1888, de John William Waterhouse
Em terça 20 fevereiro 2007 18:17
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