Madre Teresa de Calcutá
Ganxhe Bojaxhiu nasceu em 26 de agosto de 1910, na cidede Skopie, capital da Macedônia, em uma família católica, sua mãe, Drana, era uma pessoa de intensa religiosidade. Aos 12 anos Ganxhe despertou para sua vocação religiosa.
O momento crucial para a sua vida que a convertia em Madre Teresa de Calcutá, deu-se de improviso. Ela mesma nos conta: "Ocorreu em 10 de setembro de 1946, durante a viagem de trem que me levava ao convento de Darjeeling para fazer os exercícios espirituais. Enquanto rezava em silêncio a nosso Senhor, adverti um chamado dentro do chamado. A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles". Logo iniciou sua vida como: Madre Teresa de Calcutá.
Gradualmente, outras mulheres se uniram a ela de modo que, em 1950 recebeu a aprovação oficial do Papa Pio XII para fundar uma congregação de religiosas, as Missionárias da Caridade, que se dedicariam a servir aos mais pobres entre os pobres.
Rosa Parks , Tuskegee, 4 de fevereiro de 1913, foi uma costureira negra norte americana, símbolo do Movimento Americano pelos Direitos Civis. Ficou famosa, em 1 de dezembro de 1955, por ter-se recusado frontalmente a ceder o seu lugar no ônibus a um branco.
Foi através dessa atitude que um jovem pastor negro, corroborando com as ações de Rosa Parks, incitava em seus sermões os negros fiéis a fazerem o mesmo, ou seja, rejeitar o transporte oferecido pelos brancos sem o devido respeito. Este movimento teve grande repercussão na década de 50 nos Estados Unidos, pois o tal pastor pregava pelos direitos civis do negros americanos através da teoria "say at less... I'm black, I'm proud", que mudou completamente a história dos Direitos Civis para os negros americanos e influenciou gerações de negros no mundo inteiro. A atitude solitária de Rosa Parks, ao ser acolhida pelo Reverendo Martin Luther King, Jr., nunca mais foi uma atitude solitária.
Duas mulheres contemporâneas, mas que não se conheceram, viveram realidades diferentes, mas ambas lutaram pelo fim da desigualdade. Uma era negra e mulher a outra branca e mulher. Viveram em prol de uma causa. Lutaram por ela. Viveram por ela. Ambas apenas acreditavam que algo poderia mudar com gestos de enfrentamento numa época onde se podia fazer muito pouco pelas mãos das mulheres.
Rosa enfrentou a desigualdade racial e de gênero também, foi presa e sem saber do impacto do seu gesto, foi pioneira numa luta que perdura até hoje. Madre Teresa lutou contra a desigualdade social e de oportunidades, deixou uma vida, abdicou dela, para viver entre os pobres e miseráveis de recursos e de espírito.
Espíritos fortes em corpos frágeis renderam a essas mulheres a imortalidade num mundo onde as pessoas morrem sem sentido, num mundo onde essas mulheres lutaram não por si próprias mas para alertar-nos que lutar é preciso, doar-se é preciso, que não vivemos por nós mesmos.
O que mais tem essas mulheres em comum?
As marcas do tempo num rosto atemporal, marcas que mostram a luta ideológica travada no terreno espiritual, onde só "as" fortes sobrevivem na imortalidade do "ser".
Hoje seus corpos velados não demonstram mais o vigor que galgava numa época gélida de emoções e rica em preconceitos, como a minha geração, ainda hoje.
Porém suas lutas, seus nomes e seus rostos frágeis marcarm a época de mulhres com valor atemporal.
E hoje?
Hoje sonho em ser aquela menina que não conviveu com Madre Teresa e nem com Rosa Parks, mas ainda acredita que a luta dessas mulheres não terminou e muito mais do que a presença imortal dessas mulheres está a marca de luta forte e singela que se faz dentro de nós.
Só é possivel escrever o nome na história de alguém, quando escrevemos os nossos nomes na nossa pórpria história.
Essas duas mulheres que minha geração esqueceu, que meus amigos enterraram, mas que seus ideais ressucitaram, espero revê-las em uma geração de fracos valores que certamente não resistirá às marcas que o tempo deixou em suas faces, cingiu nas vossas almas e proporcionalmente marcou a nossa história!
O momento crucial para a sua vida que a convertia em Madre Teresa de Calcutá, deu-se de improviso. Ela mesma nos conta: "Ocorreu em 10 de setembro de 1946, durante a viagem de trem que me levava ao convento de Darjeeling para fazer os exercícios espirituais. Enquanto rezava em silêncio a nosso Senhor, adverti um chamado dentro do chamado. A mensagem era muito clara: devia deixar o convento de Loreto (em Calcutá) e entregar-me ao serviço dos pobres, vivendo entre eles". Logo iniciou sua vida como: Madre Teresa de Calcutá.
Gradualmente, outras mulheres se uniram a ela de modo que, em 1950 recebeu a aprovação oficial do Papa Pio XII para fundar uma congregação de religiosas, as Missionárias da Caridade, que se dedicariam a servir aos mais pobres entre os pobres.
Rosa Parks , Tuskegee, 4 de fevereiro de 1913, foi uma costureira negra norte americana, símbolo do Movimento Americano pelos Direitos Civis. Ficou famosa, em 1 de dezembro de 1955, por ter-se recusado frontalmente a ceder o seu lugar no ônibus a um branco.
Foi através dessa atitude que um jovem pastor negro, corroborando com as ações de Rosa Parks, incitava em seus sermões os negros fiéis a fazerem o mesmo, ou seja, rejeitar o transporte oferecido pelos brancos sem o devido respeito. Este movimento teve grande repercussão na década de 50 nos Estados Unidos, pois o tal pastor pregava pelos direitos civis do negros americanos através da teoria "say at less... I'm black, I'm proud", que mudou completamente a história dos Direitos Civis para os negros americanos e influenciou gerações de negros no mundo inteiro. A atitude solitária de Rosa Parks, ao ser acolhida pelo Reverendo Martin Luther King, Jr., nunca mais foi uma atitude solitária.
Duas mulheres contemporâneas, mas que não se conheceram, viveram realidades diferentes, mas ambas lutaram pelo fim da desigualdade. Uma era negra e mulher a outra branca e mulher. Viveram em prol de uma causa. Lutaram por ela. Viveram por ela. Ambas apenas acreditavam que algo poderia mudar com gestos de enfrentamento numa época onde se podia fazer muito pouco pelas mãos das mulheres.
Rosa enfrentou a desigualdade racial e de gênero também, foi presa e sem saber do impacto do seu gesto, foi pioneira numa luta que perdura até hoje. Madre Teresa lutou contra a desigualdade social e de oportunidades, deixou uma vida, abdicou dela, para viver entre os pobres e miseráveis de recursos e de espírito.
Espíritos fortes em corpos frágeis renderam a essas mulheres a imortalidade num mundo onde as pessoas morrem sem sentido, num mundo onde essas mulheres lutaram não por si próprias mas para alertar-nos que lutar é preciso, doar-se é preciso, que não vivemos por nós mesmos.
O que mais tem essas mulheres em comum?
As marcas do tempo num rosto atemporal, marcas que mostram a luta ideológica travada no terreno espiritual, onde só "as" fortes sobrevivem na imortalidade do "ser".
Hoje seus corpos velados não demonstram mais o vigor que galgava numa época gélida de emoções e rica em preconceitos, como a minha geração, ainda hoje.
Porém suas lutas, seus nomes e seus rostos frágeis marcarm a época de mulhres com valor atemporal.
E hoje?
Hoje sonho em ser aquela menina que não conviveu com Madre Teresa e nem com Rosa Parks, mas ainda acredita que a luta dessas mulheres não terminou e muito mais do que a presença imortal dessas mulheres está a marca de luta forte e singela que se faz dentro de nós.
Só é possivel escrever o nome na história de alguém, quando escrevemos os nossos nomes na nossa pórpria história.
Essas duas mulheres que minha geração esqueceu, que meus amigos enterraram, mas que seus ideais ressucitaram, espero revê-las em uma geração de fracos valores que certamente não resistirá às marcas que o tempo deixou em suas faces, cingiu nas vossas almas e proporcionalmente marcou a nossa história!
"Os pobres que buscamos podem morar perto ou longe de nós. Podem ser material ou espiritualmente pobres. Podem estas famintos de pão ou de amizade. Podem precisar de roupas ou do senso de riqueza que o amor de Deus representa para eles. Podem precisar do abrigo de uma casa feita de tijolos e cimento ou da confiança de possuírem um lugar em nossos corações."
Madre Tersa de Calcutá
"Enquanto existir gente que não acredita em liberdade e justiça para todos, meu trabalho não terá terminado".
Rosa Parks
Maria Maria, Milton Nascimento
Em domingo 25 fevereiro 2007 08:44

1 comentários:
SE ESSA GERAÇÃO ACREDITASSE NO REAL SENTIDO DA VIDA, ESSA DUAS MULHERES DE SENTIMENTOS TÃO NOBRES JAMAIS SERIAM ESQUECIDAS OU ENTERRADAS E O NOSSO FUTURO SERIA DIFERENTE.....
ABRAÇOS...
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